My everything, Gabrielle.

My everything, Gabrielle.

E no momento eu só queria poder te abraçar, e dizer que você é a mulher da minha vida.
K

E no momento eu só queria poder te abraçar, e dizer que você é a mulher da minha vida.

K

(Source: pictures-of-couples, via makecomplicated)

Em uma tarde qualquer de um dia nublado

Liguei para ela e perguntei à ela se poderia sair comigo, naquela época não tínhamos carro, então eu ia de carona com meus pais, ou mesmo me virava. Ao chegar em sua casa, roubei um beijo de sua boca, agarrei um abraço, ficamos um bom tempo parado nos abraçando e em seguida, decidimos ir à outro lugar, foi quando pela primeira vez fomos ao parque sóter, um parque onde fica um pouco longe da casa dela, porém não tinha problema se estivéssemos um ao lado do outro, a companhia dela sempre é um prazer, um prazer de que seu amor, sua amizade, faz com que eu me sinta menos só.

Alí estávamos indo para o parque, passávamos por vários bairros, mas eu nem notava, muito menos aos detalhes, a única coisa que eu via, era seu cabelo, seus olhos, sua pele, seus lábios, o seu amor, que me fez acreditar que tudo seria possível ao seu lado, nada me impedia de fazer se você estiver por perto.

Chegando ao parque, começou a chover;  nem tão forte e nem tão fraco, uma chuva de verão. Ela começou a ficar com frio, comecei a esquentá-la pondo meu corpo sob o dela, me perguntando se eu estava com frio, eu dizendo que não, eu não tenho frio; e em meu pensamento terminava a frase: não mais, com o seu amor o frio não abaterá mais.

A chuva estava parando mas mesmo assim ficamos em um banheiro abandonado, abraçados nos beijando. Eu e ela e nossos corpos quentes uns aos outros, palavras saíam, Eu te amo e jamais ficarei longe de você. Eu te amo, hoje e sempre.

A chuva havia parado, decidimos dar uma volta e nisso a chuva voltou novamente. Saímos correndo e haviam uns quiosques de churrasqueiras, onde preparávamos para sentar. Alí corriam conversas e nossos corpos abraçados. Começamos a perguntar um ao outro as coisas que mais gostamos ou não. Do tipo:

Qual sua comida doce predileta? Oque você gosta de fazer? Qual seu Sonho? Qual seu ídolo? Qual a sua cor favorita? Você me ama? Oque você ama em mim?

Um jogo de perguntas, até que eu a roubei e a beijei. E disse não tem uma única coisa em particular que amo em você, a não ser o simples fato de ser você Ana Gabrielle R. de Castro. Das pontas dos dedos até os fios de cabelo.

E essa foi só um pedaço de nossa história.

O começo é sempre o mais bonito da história toda. Mas o mais importante, diria eu, seria o “enquanto”.
O nosso enquanto.
E  a gente terminou… Depois de um ano e quatro meses juntos, com olhos  cheios de lágrimas, o coração fundo, batendo fraco. Com uma sensação de  vazio via você se distanciar, de cabeça baixa. Contemplei-o magoado. O  que eu fiz?
Nesse um ano e quatro meses de namoro, fizemos tanta  coisa juntas, desvendamos tantas outras. Horas no telefone, madrugada a  dentro. Dormia-mos com a webcam ligada. Tomava-mos banhos de chuvas no  parque. Caminhavamos no shopping, enquanto conversávamos sobre tudo. Nos  desvendamos, um para o outro. Precisava de você como nunca antes.
Mas  não o tinha. Eu o prendia de forma que me fazia sentir errada. Não  achava certo. E foi longo seis meses assim… Longo seis meses achando  que algo estava errado. Isso não esta certo. Foi longo seis meses  sentindo aquele vazio, aquela preocupação e não tinha o que me fazia  distrair.
Eu não queria aquilo. Queria você. Sempre quis.

O começo é sempre o mais bonito da história toda. Mas o mais importante, diria eu, seria o “enquanto”.

O nosso enquanto.

E a gente terminou… Depois de um ano e quatro meses juntos, com olhos cheios de lágrimas, o coração fundo, batendo fraco. Com uma sensação de vazio via você se distanciar, de cabeça baixa. Contemplei-o magoado. O que eu fiz?

Nesse um ano e quatro meses de namoro, fizemos tanta coisa juntas, desvendamos tantas outras. Horas no telefone, madrugada a dentro. Dormia-mos com a webcam ligada. Tomava-mos banhos de chuvas no parque. Caminhavamos no shopping, enquanto conversávamos sobre tudo. Nos desvendamos, um para o outro. Precisava de você como nunca antes.

Mas não o tinha. Eu o prendia de forma que me fazia sentir errada. Não achava certo. E foi longo seis meses assim… Longo seis meses achando que algo estava errado. Isso não esta certo. Foi longo seis meses sentindo aquele vazio, aquela preocupação e não tinha o que me fazia distrair.

Eu não queria aquilo. Queria você. Sempre quis.

Esse foi só o começo. Para mim, o começo do fim.
Aquele beijo inusitado no canto direito da minha boca. Nunca esquecerei. O jeito que você se aproximou, e me beijou sorrindo. Nossa, como a sua boca é bonita e macia e gostosa… Me derreti. O que você queria que acontecesse, meus parabéns, deu certo!
Inventamos a desculpa que iriamos estudar, lembra? Enchemos a mesa de livros. Você com os seus da sua escola e eu com os da minha, que, por mais estranho que pareça, eram os mesmos, só com nomes diferentes…
Peguei o livro de biologia mais que rápido e você… pegou o de matemática? HAHAHA, eu estava tão nervosa. Fingia que lia, mas nem as letras enxergava… Pensava longe, sentia perto. Não pense você que eu não sabia o que você pretendia! E isso me deixava nervosa, muito nervosa. Você não vinha, esperava algum sinal meu… Coisa que eu sabia fazer com o olhar, mas com você não funcionava. Se funcionava, não sei. Me sentia diferente ao seu lado. A vontade, talvez. Estava preocupada, pois, nunca havia convidado um menino para ir a minha casa antes. Meus pais estavam dentro de casa e, caso vissem alguma coisa, iriam implicar para o resto da minha vida! Se eu fizesse algo, teria que ser algo que valha a pena.
Não sabia o que sentia, parei de pensar. Agi por impulso. Por pura Oxitocina! Te beijei e foi o beijo mais gostoso que tive. Um beijo calmo, mas com muito fervor. Um beijo esperado.
E não nos desencontramos. Foi tudo muito perfeito. Como se sua boca fosse o encache perfeito a minha!
A minha mãe nos viu e, por mais incrível, ela não disse nada. Ela também gostou de você.
Começamos a nos falar todos os dias pelo msn, nos encontrávamos no shopping, assistíamos filmes abraçadinhos. Coisa que eu não fiz e nem me senti a vontade de fazer com qualquer outro. Você me mostrou o que é amor.
Eu sabia disso, eu sentia isso. Mas eu fui tão magoada por aqueles que diziam me amar, que diziam ficar junto de mim para sempre, que diziam ser meus amigos… Ignorava tal sentimento e me acostumei com isso.
Até o dia em que estávamos no shopping, andando pelo lado de fora, vendo o céu azul lindo! Caminhando de mãos dadas, conversando sobre tudo. Você me interrompe:
- Eu te amo. -disse como quem não quer nada. Como se fosse uma coisa simples de dizer e de sentir. Como se fosse qualquer outro que me magoaria. Não. Eu não queria sentir isso mais uma vez.  Não queria ser magoada por uma pessoa que eu mal conheci e já, pelo menos, adorei.
- Por favor, não fale mais isso se não tiver certeza! - disse de cara fechada. Fiz todo o esforço possivel em tentar transmitir o quanto isso era importante para mim. Após, recomecei a caminhada. Mas ele não.
Puxando a minha mão para encará-lo novamente, ele disse com brilhos dos olhos:
- Mas eu tenho certeza. - ….Meu coração parou? - Eu te amo.
Ele me puxou para mais perto, enquanto se aproximava. Pegou em meu rosto e me deu um beijo, simples, sem fervor, mas com amor. Beijo esse que me aqueceu, me fez tremer. Me fez amar.
Um mês depois, dia 22 de dezembro. Sentado numa poltrona na varanda de casa e eu deitada em seu colo, abraçada em seu peitoral (muito gostoso), você me perguntou, o que eu já espalhávamos por ai. O que já não precisava ser dito:
- Você quer namorar comigo?
Eu não precisava responder, na verdade, eu nem conseguia responder. Minha garganta ficou tão funda e o sorriso em meu rosto tão profundo… Só depois de uma golfada de emoção eu disse um leve sim. Mas nada que os meus olhos não digam.
Foi ali que começou tudo. Começou uma nova era para mim. O fim de uma menina vazia, de uma menina que não pensava no depois. Começou a era em que eu cresci mais que toda a minha vida, que eu virei mulher e você o meu homem.
Comecei a amar. A te amar, Kayo.

Esse foi só o começo. Para mim, o começo do fim.

Aquele beijo inusitado no canto direito da minha boca. Nunca esquecerei. O jeito que você se aproximou, e me beijou sorrindo. Nossa, como a sua boca é bonita e macia e gostosa… Me derreti. O que você queria que acontecesse, meus parabéns, deu certo!

Inventamos a desculpa que iriamos estudar, lembra? Enchemos a mesa de livros. Você com os seus da sua escola e eu com os da minha, que, por mais estranho que pareça, eram os mesmos, só com nomes diferentes…

Peguei o livro de biologia mais que rápido e você… pegou o de matemática? HAHAHA, eu estava tão nervosa. Fingia que lia, mas nem as letras enxergava… Pensava longe, sentia perto. Não pense você que eu não sabia o que você pretendia! E isso me deixava nervosa, muito nervosa. Você não vinha, esperava algum sinal meu… Coisa que eu sabia fazer com o olhar, mas com você não funcionava. Se funcionava, não sei. Me sentia diferente ao seu lado. A vontade, talvez. Estava preocupada, pois, nunca havia convidado um menino para ir a minha casa antes. Meus pais estavam dentro de casa e, caso vissem alguma coisa, iriam implicar para o resto da minha vida! Se eu fizesse algo, teria que ser algo que valha a pena.

Não sabia o que sentia, parei de pensar. Agi por impulso. Por pura Oxitocina! Te beijei e foi o beijo mais gostoso que tive. Um beijo calmo, mas com muito fervor. Um beijo esperado.

E não nos desencontramos. Foi tudo muito perfeito. Como se sua boca fosse o encache perfeito a minha!

A minha mãe nos viu e, por mais incrível, ela não disse nada. Ela também gostou de você.

Começamos a nos falar todos os dias pelo msn, nos encontrávamos no shopping, assistíamos filmes abraçadinhos. Coisa que eu não fiz e nem me senti a vontade de fazer com qualquer outro. Você me mostrou o que é amor.

Eu sabia disso, eu sentia isso. Mas eu fui tão magoada por aqueles que diziam me amar, que diziam ficar junto de mim para sempre, que diziam ser meus amigos… Ignorava tal sentimento e me acostumei com isso.

Até o dia em que estávamos no shopping, andando pelo lado de fora, vendo o céu azul lindo! Caminhando de mãos dadas, conversando sobre tudo. Você me interrompe:

- Eu te amo. -disse como quem não quer nada. Como se fosse uma coisa simples de dizer e de sentir. Como se fosse qualquer outro que me magoaria. Não. Eu não queria sentir isso mais uma vez.  Não queria ser magoada por uma pessoa que eu mal conheci e já, pelo menos, adorei.

- Por favor, não fale mais isso se não tiver certeza! - disse de cara fechada. Fiz todo o esforço possivel em tentar transmitir o quanto isso era importante para mim. Após, recomecei a caminhada. Mas ele não.

Puxando a minha mão para encará-lo novamente, ele disse com brilhos dos olhos:

- Mas eu tenho certeza. - ….Meu coração parou? - Eu te amo.

Ele me puxou para mais perto, enquanto se aproximava. Pegou em meu rosto e me deu um beijo, simples, sem fervor, mas com amor. Beijo esse que me aqueceu, me fez tremer. Me fez amar.

Um mês depois, dia 22 de dezembro. Sentado numa poltrona na varanda de casa e eu deitada em seu colo, abraçada em seu peitoral (muito gostoso), você me perguntou, o que eu já espalhávamos por ai. O que já não precisava ser dito:

- Você quer namorar comigo?

Eu não precisava responder, na verdade, eu nem conseguia responder. Minha garganta ficou tão funda e o sorriso em meu rosto tão profundo… Só depois de uma golfada de emoção eu disse um leve sim. Mas nada que os meus olhos não digam.

Foi ali que começou tudo. Começou uma nova era para mim. O fim de uma menina vazia, de uma menina que não pensava no depois. Começou a era em que eu cresci mais que toda a minha vida, que eu virei mulher e você o meu homem.

Comecei a amar. A te amar, Kayo.

E em tempos vagos eu fico pensando, como tudo isso aconteceu? Como começou a nossa história de amor? E logo em seguida vem em minha mente e coração o quanto você fez por mim e pela minha história. Amora, à partir daquele dia em que te conheci através de uma rede social, pensei que seria algo passageiro, pensei que logo ia acabar, seria uma amizade e nada mais. Mas o tempo foi passando, fomos nos conhecendo ainda mais, passamos horas conversando sobre o porque de você ser tão fanática pelo seu time, e discutindo aonde nisso iria te recompensar… Você ficava agindo como se eu fosse louco de porque daquilo ser tão ridículo… E nisso eu ficava rindo de tão “nada a ver” um assunto pode ser tão engraçado perto de você. Eu ria em qualquer ocasião pois você sempre foi o meu sorriso, a minha felicidade. Conversávamos quais eram nossos cores, comidas, matérias de escola… O quanto você é apaixonada pela cor Roxa, o quanto você adora um arroz e um feijão, o quanto você ama Biologia. E o tempo ia fluindo, eu dizia que estudaria na sua escola só por você, que trocaria meu time pelo seu, tendo você eu faria qualquer coisa não importando aonde, quando ou como. E nisso você me chamou para uma feira de ciências em sua escola, e foi dalí que eu realmente te ví, e fiquei curioso do quanto poderia dar certo pra nós… Foi uma bagunça aquele dia, você se lembra? Eu fui com o Pacheco, e fomos à procura de você eu tava nervoso porque seria a primeira vez que iríamos nos ver, e a primeira impressão é totalmente importante no primeiro encontro certo? De qualquer maneira, chegamos lá, eu e o Pacheco e estávamos procurando você, e então o Pacheco ligou perguntando aonde você estaria, e fomos ao seu encontro. Chegando lá, você me olhou de cabeça aos pés, como se eu fosse um nanico, fiquei tão constrangido, mas não poderia mostrar nenhuma fraqueza, fui até você e te abracei dizendo um Oi que não me pareceu com muito contraste… Desde então começamos a ir em todos lugares, e a gente não parava um segundo na sala onde você ia se apresentar sobre os fenômenos naturais que ocorriam no UNIVERSO! Hahaha, como você pronunciava o Albert “Áinstain” e eu corrigindo você dizendo “Einstein”. De como você me explicou o porque do céu ser azul, que eu esqueço até hoje só para ouvir você me contando mais uma vez. Como acontecera várias coisas naquele dia, como as coisas saíram erradas de como eu planejei… Que seria eu e você e ninguém mais! Porém não foi oque realmente aconteceu, a verdade era que você me chamou sem nenhuma intenção de ficar perto de mim, e  eu queria tanto você. Eu fiquei com uma das suas amigas e você, bem… E de como você me perguntou se eu gostaria de ficar com a sua amiga? Eu falei: Eu quero você, não ela. E você ficou com vergonha e deu uma risada… Tá, tá bom. Fica com ela. – você disse. Ao ficar um bom tempo na feira, era a hora do almoço, e nada ocorrera entre nós a não ser boas risadas, alguns abraços, mãos dadas… Era hora de arrumar as coisas de seu estande, empacotar as coisas… Terminando alí, saímos da escola e fomos ao encontro do ponto de ônibus onde algumas de suas amigas iria embora. Ficamos um grande tempo no aguardo do ônibus, quando você me perguntou se gostaria de ir no shopping com você. Eu disse todo feliz. – é claro! Nos despedimos de suas amigas, e fomos à uma praça ao qual iríamos pegar um ônibus para ir ao shopping. E ao longo do caminho estávamos de mãos dadas, e ao chegar no ponto, sentamos em uma das cabines e ficamos olhando em volta, as pessoas, os carros passando, as pombas ao chão, a cidade. E nisso conversávamos sobre o seu time… E em alguns minutos a nossa carona chegou, levantamos e fomos direto ao ônibus. Chegando lá eu ficava me balançando e brincando com você ao mesmo tempo. Em um certo tempo estávamos no nosso destino, descemos do ônibus e fomos para dentro do shopping, onde iríamos almoçar. Chegando lá, fomos comprar o nosso almoço… Fomos em direção ao Carrefour e pegamos nosso tão desejado almoço uma trakinas, sim, uma trakinas de sabor chocolate! E ao decorrer do caminho enquanto eu comia uma bolacha ela já estava comendo a 4ª, e ainda por cima ela reclamava que eu comia muito devagar! E sorriamos, quando decidimos sentar em um dos bancos do shopping. Sentando, começamos a conversar sobre tudo, conversávamos sobre como era a vida dela em sua casa, de nossos segredos, de estilos musicais, de como amenizar uma dor de cabeça, de TUDO!

E nisso decidimos andar mais um pouco e nisso conversávamos ainda mais, e mais. Quando fomos perto de um quiosque do Bob’s e ela quis um sorvete, aqueles casquinha, e quando esperávamos na fila, eu disse à ela. – Gabi me dá um beijo? (Eu pensei, porque eu perguntei? Porque eu fiz isso? Agora ela vai achar que eu não tenho atitude e entre  muitas outras coisas vieram em minha cabeça, mas de algum modo aquilo não foi tão mal assim, afinal eu ganhei um beijo, no que era o propósito, e eu não queria apressar nada) depois de ter ganhado o beijo, continuamos na fila, ela pegou o seu sorvete e começamos a andar novamente . E quando cansamos mais uma vez de andar, sentamos em um local do Cinemark que alguns anos atrás, se chamava cinecafé, onde tinha uma mesa com quatro cadeiras. E lá ela sentou e espichou as pernas em minhas coxas, como se parecesse que estivesse deitada… E então comecei as minhas brincadeiras de pegar o nariz dela, e ela ficava com uma vontade de espirrar, e então eu vi a bolsa dela, e a carteira dela estava meio que entre a bolsa e a mesa. Avistei um Gloss de chaveiro, olhei pra ela perguntando telepaticamente, - posso ver? Ela fez que sim e comecei a mexer nele e cheirá-lo, e então de repente, ela pega o Gloss e começa a querer passar ele em mim. De jeito nenhum eu dizia, e ela não parava até que eu comecei a tentar fazer cócegas nela, e ela me disse. – eu não sinto cócegas. Eu pensei, COMO UMA PESSOA NO MUNDO pode não ter cócegas, por mais que sejam mais profundos, toda pessoa tem um minúsculosidade de cócegas, e então comecei a apertar as suas coxas de um jeito que achasse cócegas, e fez com que ela parasse. Então já estava ficando bem tarde, e então decidimos dar mais uma volta no shopping. Quando de repente, aparece alguns amigos dela, que me aparentava ter 25 anos ou mais. Que foram bem educados e bem legais também ( que no decorrer do tempo percebi que um deles tinha me chamado de nanico, baixinho, e dizendo ainda oque ela estaria fazendo com alguém como eu?). Como já estava tarde, decidimos passar na praça de alimentação, e lá encontramos mais alguns amigos delas, que estavam tomando uma cerveja, e conversando. Nisso tudo eu havia dito a ela que eu não gostava e não suportava o cheiro de cerveja…  Nisso os amigos dela, ficaram me perguntando porque eu não bebia, o porque dela não estar bebendo também, e então ela foi ao meu ouvido e disse. – eu vou beber só um pouco, tá? Eu disse. – tudo bem… E então ela bebeu um pouco, pouco mesmo, menos que um copo, menos que 1/3 do copo. Mas bebeu… e então voltávamos a conversa com os amigos dela, quando de repente ela vem à minha orelha e diz. – eu não estou muito bem, estou meio zonza. E começava a rir, foi tão engraçado que eu não conseguia mais me focar na conversa deles e ficava me deparando à ela, como pode ser tão linda? E logo depois veio uma preocupação, era tarde, ela tinha que ir embora cedo e também precisava de algum tipo de bala para tirar o cheiro da cerveja… Então arranjamos um halls preto, e fomos ao ponto de ônibus, e os amigos dela vieram conosco e ficaram esperando ela ir embora também, o que me deixou um pouco constrangido, porque eu queria tentar mais uma vez, mas sem perguntar, nem nada. Queria que acontecesse. Mas logo depois chegou o seu ônibus e nos despedimos e ela se foi… Então fui embora também, fui para casa e logo em seguida entrei na internet e fiquei esperando ela entrar… E foi assim que ela me mandou um tipo de mensagem dizendo que se divertiu bastante, e que adorou o dia. E assim, eu fiquei com poucas esperanças de que poderia acontecer algo entre nós. Ela me via só como amigo, pelo que percebi em sua mensagem. O dia se passou e de alguma maneira ela me chamou para ir em sua casa (que depois de algum tempo ela me disse que era brincadeira) e eu disse. – eu irei agora, aonde você mora? E nisso eu me preparei e fui até a sua casa onde ficamos juntos pela primeira vez, onde lhe dei um beijo no canto esquerdo de sua boca, onde nos beijamos e nos abraçamos o dia todo, e ficávamos olhando as estrelas.

E esse foi só o começo…

Não sei onde, quando, como ou porquê. Mas uma coisa é certa, que sem você, eu não sei oque é viver.

Não sei onde, quando, como ou porquê. Mas uma coisa é certa, que sem você, eu não sei oque é viver.

Meu mundo desaba quando você não está. Eu sinto uma sensação de vazio quando não tem você segurando minha mão. Quando tudo o que eu queria era encostar minha cabeça no seu ombro, sentir sua respiração. Eu sou metade, sou falta. Eu sou o vazio que precisa ser preenchido. Eu sou um pedaço que precisa ser completado. Sou só um pouco, quando o que eu queria era transbordar você.

—Mayara Thaís (via ser-saudade)

Tão seu esse meu eu.

Eu simplesmente não tenho mais oque lhe dizer, eu te amo e não vivo sem você.

Eu simplesmente não tenho mais oque lhe dizer, eu te amo e não vivo sem você.


Eu quero uma felicidade completa, um bem estar, uma alegria, um sorriso, um amor. É, eu quero você. 

Eu quero uma felicidade completa, um bem estar, uma alegria, um sorriso, um amor. É, eu quero você

(via corroer)


Parece mentira, mas tudo, tudo o que eu faço me lembra você. 

Parece mentira, mas tudo, tudo o que eu faço me lembra você. 

(via corroer)

NIGHTNIGHT by DEDDY